O "espiritismo" parece dar azar para muita gente. As pessoas se envolvem de uma maneira ou de outra com a causa "espírita" e, de repente, sofrem algum infortúnio pesado na vida ou então perde aqueles entes não só queridos mas muitíssimo especiais. Em todo caso, se envolver com um evento "espírita" é pior do que passar debaixo de uma escada ou quebrar um espelho em casa. Temos o caso de Juscelino Kubitschek. Ele foi um dos melhores presidentes da República do Brasil. Mas foi só ele fazer amizade com Chico Xavier e dar à Federação "Espírita" Brasileira o título de "entidade filantrópica com fins de utilidade pública" para o azar bater à porta do político e médico nascido em Diamantina. Kubitschek não conseguiu eleger seu sucessor, o mesmo marechal Henrique Lott que garantiu a posse do mineiro para 1956 (Lott fez um contragolpe em 1955 contra lacerdistas contrários à vitória eleitoral de JK e do vice João Goulart - votava-se para vi...