O Rio de Janeiro - tanto o Estado quanto sua capital - virou uma obra do surrealismo em plena realidade cotidiana. Tantos aspectos ridículos, nocivos ou absurdos prevalecem simplesmente porque uma minoria de pessoas querem, sem ter alguma razão aparente. Franz Kafka? Não. É o Rio de Janeiro! É a cidade cujo ritmo, marcado pelas baixarias e pela imbecilidade sócio-cultural, o "funk", é definido como "folclore carioca", "vanguarda artístico-cultural" e "ativismo sócio-cultural". Qualquer queixa é rebatida com os lamentos dos partidários do "funk" que, com seu coitadismo, dizem que o ritmo é "vítima de preconceito e discriminação cruel". É a cidade que já teve rádios de rock de primeira linha, como Eldo Pop e Fluminense FM, mas agora tem o segmento comandado por uma emissora de rádio estúpida como a Rádio Cidade, que é controlada por pessoal sem especialização no rock e cuja programação só toca os "sucessos das parada...