Pular para o conteúdo principal

Desordem no galinheiro? Chame a raposa!!

O BRASIL FICOU REFÉM DE CHICO XAVIER, DETURPADOR E REACIONÁRIO, MAS "DONO" DOS CONCEITOS DE "PAZ" E DE "AMOR" ACREDITADOS POR MUITOS.

Nos tornamos reféns da deturpação espírita e não sabemos. Usamos pretextos agradáveis como "paz", "misericórdia", "tolerância", sem saber que caímos em armadilhas bastante perigosas devido ao pretexto da conciliação entre abusadores e abusados. E é por isso que o Brasil não vai para a frente, apostando em velhas fórmulas de pacificação que põem os conflitos debaixo do tapete.

É como se, a cada desordem no galinheiro, chamássemos as raposas para controlar a situação. Sempre dá errado, mas também sempre há uma tentação de, em nome da misericórdia, da tolerância e do perdão, acolhêssemos as raposas que irão destruir o galinheiro, acreditando que elas "aprenderam a lição". E, a cada destruição, mais perdão. E sempre o mesmo papo: "tudo bem, as raposas erraram, elas são as que mais erram entre todos nós. Mas deem uma chance a elas, vamos!".

Isso é o que acontece sob o rótulo de Espiritismo, no Brasil. A deturpação criou estragos profundos, sem que a maioria das pessoas soubesse (e, quando é convidada a saber, se recusa a tal desagradável, porém realista, tarefa, presas às "coisas lindas" trazidas pela deturpação).

A deturpação reduziu o Espiritismo a uma religião de ideias medievais, herdadas pelo Catolicismo jesuíta do Brasil-colônia, marcada pela erosão doutrinária na qual os ensinamentos espíritas originais foram reduzidos a nada. Só se admite vida após a morte e reencarnação e só. O resto são devaneios católicos, e coisas deploráveis como a adoração extrema aos ditos "médiuns".

Mas isso prejudicou o legado kardeciano de maneira bastante criminosa. Em vez de estudarmos a sério os conceitos de contato entre vivos e mortos, preferiu-se inventar mensagens fake de conteúdo religioso. Isso fez as pessoas optarem por fantasiar mundos espirituais como se fossem um misto de condomínios de luxo, grandes complexos hospitalares e igreja. Os próprios "hospitais" das ditas "colônias espirituais" funcionam como tais arremedos de igrejas.

Na "caverna de Platão" que se tornou o Brasil, muitos imaginam que as supostas psicografias são "autênticas" porque falam mensagens positivas que a ninguém agridem. Mas, paremos para pensar. Até os trotes telefônicos de perigosos estelionatários falam de coisas boas, agora ganham um tom familiar, com o criminoso caprichando no tom familiar, e esperando a "leitura fria" da vítima, pegando, assim, carona nos detalhes trazidos por esta.

Não imaginamos o quanto pessoas como Humberto de Campos e Auta de Souza, por exemplo, teriam se sentido ofendidas por verem que outra pessoa, no caso Chico Xavier, se passou por eles para mandar mensagens. Mesmo sendo mensagens positivas e agradáveis, a apropriação é ainda assim leviana e cruel, porque, de qualquer maneira, um outro se passa por eles para mandar mensagens. Só na "caverna de Platão" é que Humberto e Auta falaram por si mesmos do além.

Não imaginamos o quanto Irma de Castro, a Meimei, foi postumamente traída pelo seu viúvo Arnaldo Rocha, com as supostas psicografias de Chico Xavier. Ela teria ficado horrorizada com os arremedos textuais que imitam uma caricata professorinha de jardim de infância, e Meimei, mesmo católica, veria imoralidade naquelas mensagens que ela não havia escrito, porque outro está se passando por ela.

Os espíritos do além-túmulo se afastam, horrorizados, dos "médiuns". Nada do que estes fazem tem a autoria das almas do outro lado. Tudo é feito da imaginação fértil de cada "médium", com base em pesquisas bibliográficas sobre um morto de sua escolha ou por pesquisas empíricas, colhendo informações ou interpretando sinais de linguagem dos depoimentos de parentes e amigos de um falecido.

Na "caverna de Platão", tudo bem, porque a "realidade" está nas sombras refletidas por velas acesas, que forjam uma luminosidade impressionante para os padrões do recinto, mas que não se comparam ao que está fora de tal ambiente.

Qualquer mensagem fake que não traga conteúdo ofensivo, obsceno ou aludisse à violência propriamente dita é considerado "autêntico" mesmo com falhas de aspectos estilísticos ou pessoais. Chega-se mesmo à idiotice de permitir que essas mensagens "possam ser autênticas ou não" conforme o "entendimento de cada um". Ignora-se quantos falecidos são lesados diante dessa permissividade da "fé espírita".

Pesquisas sobre a verdadeira comunicação com os mortos ficam comprometidas. Estudos existem e há pesquisadores como Sônia Rinaldi, no Brasil. Há estudos sobre como usar recursos dos meios de Comunicação, da televisão ao programa de áudio Audacity, para capturar mensagens dos mortos. Mas tudo isso é paralizado, porque a "mediunidade" se tornou uma farra de mensagens fake permitidas por causa do prestígio religioso de um "médium", que rapidamente se blinda pela caridade de fachada.

RELIGIÃO DE ADORAÇÃO

O que entendemos aqui como Espiritismo virou uma mera "religião de adoração", que expressa valores tão conservadores que já combinam seu conteúdo com a herança Católica medieval e alguns acenos reacionários das seitas neopentecostais. Ultimamente os "espíritas" estão cada vez mais se aproximando de pautas obscuras da Igreja Universal do Reino de Deus, da Assembleia de Deus e outras.

O mais chocante é que, se observarmos o que realmente foi a trajetória de Chico Xavier, se constata que ele tem mais aspectos negativos que positivos. Ele foi um deturpador grave dos ensinamentos espíritas, ele "medievalizou a Doutrina Espírita" e, com seu exército fake de "autores espirituais", veiculou valores medievais e opiniões retrógradas como se não fossem "suas opiniões pessoais", enganando o público pelo falso universalismo de tais posições.

Neste caso, destaca-se a ofensa grave que Chico Xavier fez com Casimiro de Abreu, poeta ultrarromântico de vida bem curta, botando na "autoria dele" posturas que o poeta fluminense nunca defenderia, que era a "alegria de sofrer", com base na Teologia do Sofrimento, seguida pelo "médium". Os ultrarromânticos falavam em sofrimento e angústia, mas o faziam por lamento e desabafo, nunca por verem as desgraças da vida como coisas alegres e divertidas.

O Espiritismo, no Brasil, foi desmoralizado porque virou mera "religião de adoração". Tudo se limita à idolatria dos chamados "médiuns", e até supostas atividades como a mediunidade e a filantropia são nada mais do que meros ganchos para essa adoração cega e extrema. Nem mesmo o pretexto de certos espíritas de pedir que os "médiuns" sejam apenas admirados como pessoas "imperfeitas e humildes" impede essa idolatria, antes a disfarçando pelo aparato da falsa modéstia.

O gravíssimo prejuízo que se observa no legado espírita, criminosa e irresponsavelmente desmoralizado no Brasil, é que indica o quanto não se deve subestimar o problema da deturpação espírita. As pessoas fogem dos textos que alertam sobre a deturpação, porque preferem a "água com açúcar" das "mensagens lindas" do "espiritismo" catolicizado. No oceano da lógica e do bom senso, o "canto da sereia" igrejeiro-medieval de Chico Xavier já levou multidões à perdição.

E isso se deu de tal forma que há até a "masturbação com os olhos" do entretenimento da comoção fácil. As pessoas já vão às doutrinárias (missas) dos "centros espíritas" com a perspectiva de chorarem ouvindo uma "estória linda", sem perceber da crueldade que fazem: sem saber, acabam se divertindo às custas da tragédia alheia, por mais que pareçam "solidárias" aos sofredores.

COMBATE À DETURPAÇÃO PREJUDICADO

Com essa inclinação fácil e viciada ao igrejismo "espírita", os trabalhos de combate à deturpação espírita são sempre prejudicados. A primeira tentativa séria, nos anos 1970, se revelou uma farsa. Na crise do roustanguismo, depois que se acentuou o conflito entre os "científicos" (como José Herculano Pires e Deolindo Amorim) e a cúpula da FEB, depois da morte do ex-presidente Antônio Wantuil de Freitas e da ascensão de seus herdeiros, criou-se a "fase dúbia" do "movimento espírita".

Integrantes dos "místicos", dos quais se incluíram Chico Xavier e Divaldo Franco, buscaram uma aproximação tendenciosa e oportunista aos "científicos", até para se vingarem de Luciano dos Anjos, que denunciou um esquema de fraudes "espíritas" que quase jogou os dois "médiuns" uns contra os outros. Com isso, os dois, famosos pelo conteúdo igrejeiro-medieval de seus livros, pegaram carona nos "científicos" para evitar serem "engolidos" pela crise do roustanguismo.

Os dois prometeram "recuperar as bases espíritas originais". Nunca cumpriram tais promessas e só fizeram, quando muito, ações de fachada: Chico Xavier com alguns depoimentos "corretamente espíritas", Divaldo Franco com seus simulacros de pretensa intelectualidade, sua retórica rebuscada, seus trejeitos professorais. Mas, fora isso, os dois até intensificaram a deturpação do Espiritismo e levaram às últimas consequências.

Por causa disso, a promessa de "não só entender e conhecer Kardec, mas vivê-lo no dia a dia" foi só uma desculpa demagógica para abafar os conflitos. E, o que é pior, a tentação do igrejismo contamina até quem quer mesmo combater a deturpação. No meio do caminho, se fala demais em "fraternidade", "amor a Jesus" e "paz entre os irmãos" que mesmo alguns anti-igrejistas mais esforçados, que garimpam nos ensinamentos científicos kardecianos, caem na tentação.

Tanto que até entre os anti-deturpadores se fala de desculpas viciadas, de que "Chico Xavier pelo menos era um homem bom e fez caridade", algo que não se faz sequer a profissionais simpáticos, porém desastrosos, que são designados a arrumar as casas das pessoas comuns. Mas o Chico Xavier desastrado na conduta do Espiritismo é poupado por causa de uma "caridade" que nunca teve resultados profundos, até porque, se tivesse, o Brasil seria um país bem melhor que hoje.

Usar o bom-mocismo de Chico Xavier como desculpa para abafar ou relativizar críticas severas tornou-se comum. E isso faz com que ele sobreviva ileso até ao mais esforçado combate à deturpação, mesmo quando uma parcela da bibliografia xavieriana é sacrificada, como as que se atribui a Emmanuel.

Até mesmo a fantasiosa narrativa de Nosso Lar, de um fictício André Luiz, ou a obra fake creditada a Humberto de Campos, o ufanista (proto-bolsonarista?) Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, sobrevivem diante do esforço do combate à deturpação, mesmo com seus conteúdos constrangedores. Brasil, Coração do Mundo, por exemplo, aborda a História do Brasil de caráter ao mesmo tempo místico e irreal dos livros didáticos menos qualificados.

Ultimamente bastante comparado a Jair Bolsonaro pela ascensão arrivista e pelo conteúdo reacionário surpreendentemente idênticos, os chiquistas aparentemente progressistas são levados à tentação de jogar o "médium" para a esquerda, mesmo quando sabemos que Chico é um pé-frio perigoso para os esquerdistas. Tentam, em vão, colher textos tardios da literatura xavieriana para plantar neles uma interpretação tendenciosamente "progressista", manipulada pelo pensamento desejoso e não raro à mercê de muitas inverdades.

A confusão que se tem entre perdão e permissividade fez com que o combate à deturpação do Espiritismo fosse comandado por seus maiores deturpadores. E existe sempre o risco de haver mais um escândalo referente à "vaticanização do Espiritismo" e a "quadrilha" de deturpadores - como, por exemplo, foi o caso de Alamar Régis Carvalho, já falecido - criar um falso discurso anti-deturpação, se aproveitando dos pretextos de "fraternidade" e "conciliação".

Dessa forma, concilia-se as raposas e as galinhas, usando como desculpas palavras aparentemente bonitas e confortáveis como "tolerância e compreensão". Confundindo perdão com permissividade, também se confunde banimento com intolerância.

Demitimos encanadores e obreiros de casa quando eles provocam algum desastre. Botamos filhos nas ruas por uma traição. Alguns maridos chegam a ser sanguinários com as mulheres que apenas lhe demonstram uma pequena infidelidade. Amigos de infância viram inimigos por conta de uma pequenina traição ou desavença.

Mas quando se trata de um "médium" trair os ensinamentos espíritas, desqualificar o trabalho árduo de Allan Kardec, a complacência é geral e até mesmo masoquista. Diante de tantos incidentes negativos, os defensores de Chico Xavier e asseclas sempre arrumam um jeito para livrá-los das responsabilidades, seja atribuindo culpa a terceiros, seja minimizando os erros, quando não podem ser escondidos.

Isso tem que parar. O prejuízo causado ao Espiritismo pelos deturpadores, sobretudo os "médiuns" alvo de adoração cega e extrema (ainda que sob o disfarce da "admiração saudável a pessoas simples"), impede os verdadeiros estudos da espiritualidade, da vida após a morte, pois as supostas pesquisas que prevalecem vão no âmbito do esoterismo, do misticismo e até da legitimação de práticas fraudulentas. Tudo isso só tem como resultado a adoração agradável, porém viciada, aos "médiuns", transformados em sacerdotes de um "espiritismo" catolicizado e medieval.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Padre Quevedo: A farsa de Chico Xavier

Esse instigante texto é leitura obrigatória para quem quer saber das artimanhas de um grande deturpador do Espiritismo francês, e que se promoveu através de farsas "mediúnicas" que demonstram uma série de irregularidades. Publicamos aqui em memória ao parapsicólogo Padre Oscar Quevedo, que morreu hoje, aos 89 anos. Para quem é amigo da lógica e do bom senso, lerá este texto até o fim, nem que seja preciso imprimi-lo para lê-lo aos poucos. Mas quem está movido por paixões religiosas e ainda sente fascinação obsessiva por Chico Xavier, vai evitar este texto chorando copiosamente ou mordendo os beiços de raiva. A farsa de Chico Xavier Por Padre Quevedo Francisco Cândido Xavier (1910-2002), mais conhecido como “Chico Xavier”, começou a exercer sistematicamente como “médium” espiritista psicógrafo à idade de 17 anos no Centro Espírita de Pedro Leopoldo, sua cidade natal. # Durante as últimas sete décadas foi sem dúvidas e cada vez mais uma figura muitíssimo famosa. E a...

Filantropia de Chico Xavier não passou de jogada marqueteira da Rede Globo

Sabe-se que Francisco Cândido Xavier tem uma trajetória muito mais cheia de confusões e escândalos do que qualquer esboço de coerência e consistência. Só que ele é adorado, até de maneira ferrenha e fundamentalista, porque ele é "bonzinho". As pessoas falam tanto na sua "bondade e humildade", elas que não conseguem ser boas e humildes por conta própria. Além do mais, que bondade Chico Xavier realmente fez? As "afirmações" são muito vagas, superficiais e subjetivas, não têm qualquer tipo de embasamento. O que poucos se lembram é que a "bondade e humildade" de Chico Xavier não passa de um truque publicitário montado pela Rede Globo de Televisão, à semelhança do que o jornalista britânico Malcolm Muggeridge, da BBC, fez com Madre Teresa de Calcutá, no documentário Algo Bonito para Deus (Something Beautiful for God) , de 1969. MALCOLM MUGGERIDGE "INVENTOU" O MITO "FILANTRÓPICO" DE MADRE TERESA. A Madre Teresa, na verd...

Episódios que podem (e deveriam) derrubar Chico Xavier

Enquanto continua sendo cultuado como "fada-madrinha" para os adultos do mundo real, Francisco Cândido Xavier é blindado até nos seus piores erros, ainda mais que a narrativa "gente como a gente" do complexo de vira-lata que assola o Brasil transformou o anti-médium mineiro em alguém "imperfeito", temporariamente retirado do antigo pedestal montado por seguidores e simpatizantes. Mas fora dessa imagem de "fada-madrinha", consagrada por frases piegas, Chico Xavier esconde incidentes terríveis, que não devem ser entendidos como errinhos de nada. São erros muitíssimo graves, que envolvem falsidade ideológica, juízo de valor, fraudes literárias e defesa de ideias moralistas retrógradas, além de apoio a fraudes de materialização. Há o caso da apropriação do nome de Humberto de Campos, que mostra indícios de revanchismo por parte do "médium", que não gostou da resenha que o escritor maranhense escreveu para o Diário Carioca, desaprovando a ob...

Chico Xavier foi o João de Deus de seu tempo

Muitos estão acostumados com a imagem de Francisco Cândido Xavier associado a jardim floridos, céu azul e uma série de apelos piegas que o fizeram um pretenso filantropo e um suposto símbolo de pacifismo, fraternidade e progresso humano. Essa imagem, porém, não é verdadeira e Chico Xavier, por trás de apelos tão agradáveis e confortáveis que fazem qualquer idoso dormir tranquilo, teve aspectos bastante negativos em sua trajetória e se envolveu em confusões criadas por ele mesmo e seus afins. É bastante desagradável citar esses episódios, mas eles são verídicos, embora a memória curta tente ocultar ou, se não for o caso, minimizar tais episódios. Chico Xavier é quase um "padroeiro" ou "patrono" dos arrivistas. Sua primeira obra, Parnaso de Além-Túmulo , é reconhecidamente, ainda que de maneira não-oficial, uma grande fraude editorial, feita pelo "médium", mas não sozinho. Ele contou com a ajuda de editores da FEB, do presidente da instituição e dublê ...

As contradições dos seguidores do "líder" Chico Xavier

Para os que acham o anti-médium mineiro Francisco Cândido Xavier um "grande líder", há uma série de posturas bastante insólitas e interpretações das mais risíveis. É claro que Chico Xavier nunca seria um líder de fato, ele nunca teve essa vocação de liderança para coisa alguma, mas seus seguidores, infantilizados, querem que ele lidere sempre tudo, ou pelo menos algo que acreditam ser de sua competência. O que ele fez ao Espiritismo brasileiro é altamente vergonhoso. E a reputação que ele alcançou com isso se torna mais vergonhosa ainda, porque neste caso ficou fácil alguém ser alçado a semi-deus errando muito, cometendo fraudes, omissões, vacilos, contradições, posturas tendenciosas e tudo de ruim, mas associado a tudo de bom que existe na Humanidade na Terra. Sejamos sinceros. Chico Xavier é alvo das mais pérfidas e fúteis paixões terrenas humanas. É a desculpa que a hipocrisia humana encontrou para gostar de um velhinho humilde e ignorante, o que garante camuflar os...

O grande medo de Chico Xavier em ver Lula governando o país

Um bom aviso a ser dado para os esquerdistas que insistem em adorar Francisco Cândido Xavier é que o "médium" teve um enorme pavor em ver Luís Inácio Lula da Silva presidindo o Brasil. É sabido que o "médium" apoiou o rival Fernando Collor de Mello e o recebeu em sua casa. A declaração foi dada por Carlos Baccelli, em citação no artigo do jurista Liberato Póvoas ,  e surpreende a todos ao ver o "médium" adotando uma postura que parecia típica nas declarações da atriz Regina Duarte. Mas quem não se prende à imagem mitificada e fantasiosa do "médium", vigente nos últimos 40 anos com alegações de suposto progressismo e ecumenismo, verá que isso é uma dolorosa verdade. Chico Xavier foi uma das figuras mais conservadoras que existiu no país. Das mais radicais, é bom lembrar muito bem. E isso nenhum pensamento desejoso pode relativizar ou negar tal hipótese, porque tal forma de pensar sempre se sustentará com ideias vagas e devaneios bastante agr...

Não é o Espiritismo que é charlatão; o "movimento espírita" brasileiro é que comete charlatanismo

FRAUDE DE MATERIALIZAÇÃO - Pessoas ou objetos cobertos que exibem fotos mimeografadas ou de recortes de revistas. Muita gente se assusta quando se fala que nomes como Francisco Cândido Xavier e Divaldo Franco praticam charlatanismo. Seus seguidores, uns quase choramingando, outros mesmo tomados de prantos, reagem dizendo que tal adjetivo é "forte demais" para qualificar "pessoas de bem". Aqui existe a mania do relativismo, já que no Brasil até homicidas saem da cadeia e retomam suas vidas como se não tivessem cometido crime algum, pouco importando os danos causados pelas famílias das vítimas. Se isso ocorre sob o consentimento da Justiça, o que dizer daqueles que deturpam e distorcem a Doutrina Espírita, à mercê de muitas fraudes e irregularidades. É verdade que o Espiritismo como um todo é acusado de charlatanismo no mundo inteiro. Lidar com fenômenos tidos como sobrenaturais causa desconfiança, e não é raro que venham pessoas para denunciar uma manifestação espíri...

Chico Xavier e Divaldo Franco NÃO têm importância alguma para o Espiritismo

O desespero reina nas redes sociais, e o apego aos "médiuns" Francisco Cândido Xavier e Divaldo Pereira Franco chega aos níveis de doenças psicológicas graves. Tanto que as pessoas acabam investindo na hipocrisia para manter a crença nos dois deturpadores da causa espírita em níveis que consideram ser "em bons termos". Há várias alegações dos seguidores de Chico Xavier e Divaldo Franco que podemos enumerar, pelo menos as principais delas: 1) Que eles são admirados por "não-espíritas", uma tentativa de evitar algum sectarismo; 2) Que os seguidores admitem que os "médiuns" erram, mas que eles "são importantes" para a divulgação do Espiritismo; 3) Que os seguidores consideram que os "médiuns" são "cheios de imperfeições, mas pelo menos viveram para ajudar o próximo". A emotividade tóxica que representa a adoração a esses supostos médiuns, que em suas práticas simplesmente rasgaram O Livro dos Médiuns  sem um pingo de es...

Chico Xavier, que abençoou João de Deus, fez assédio moral a Humberto de Campos Filho

HUMBERTO DE CAMPOS FILHO SOFREU ASSÉDIO MORAL DE CHICO XAVIER PARA TENTAR ABAFAR NOVOS PROCESSOS JUDICIAIS. Dizem que nunca Uberaba ficou tão próxima de Abadiânia, embora fossem situadas em Estados diferentes. Na verdade, as duas cidades são relativamente próximas, diferindo apenas na distância que requer cerca de seis horas e meia de viagem. Mas, com o escândalo de João Teixeira de Faria, o João de Deus, até parece que as duas cidades se tornaram vizinhas. Isso porque o "médium" Francisco Cândido Xavier, popularmente conhecido como Chico Xavier, em que pese a sua reputação oficial de "espírito de luz" e pretenso símbolo de amor e bondade humanas, consentiu, ao abençoar João de Deus, com sua trajetória irregular e seus crimes. Se realmente fosse o sábio e o intuitivo que tanto dizem ser, Chico Xavier teria se prevenido e iniciado uma desconfiança em torno de João de Deus, até pressentindo seu caráter leviano. Mas Chico nada o fez e permitiu que se abrisse o c...

Padrão de vida dos brasileiros é muito sem-graça e atrasado para virar referência mundial

Pode parecer uma grande coincidência, a princípio, mas dois fatores podem soar como avisos para a pretensão de uma elite bem nascida no Brasil querer se tornar dominante no mundo, virando referência mundial. Ambos ocorreram no âmbito do ataque terrorista do Hamas na Faixa de Gaza, em Israel. Um fator é que 260 corpos foram encontrados no local onde uma rave  era realizada em Israel, na referida região atingida pelo ataque que causou, pelo menos, mais de duas mil mortes. O festival era o Universo Paralello (isso mesmo, com dois "l"), organizado por brasileiros, que teria entre as atrações o arroz-de-festa Alok. Outro fator é que um dos dois brasileiros mortos encontrados, Ranani Glazer (a outra vitima foi a jovem Bruna Valeanu), tinha como tatuagem a famosa pintura "A Criação de Adão", de Michelangelo, evocando a religiosidade da ligação de Deus com o homem. A mensagem subliminar - lembrando que a tatuagem religiosa não salvou a vida do rapaz - é de que o pretenso pr...